Dia de sol, calor, Cajaíba paraíso, e lá na ponta a Pedra. Alta, dez metros talvez, escalável e linda, maravilhosa nos desafios da subida e do salto.
Coragem, um não sei oque que vem não sei de onde e que está em todas as nossas decisões e ações, mas que não consegue, sozinha, transformar o instintivamente possível no racionalmente realizável.
No momento da ação a confiança assume, racionalizando tudo que o impulso fez para que o sujeito chegasse ao salto. Entre chegar à pedra e estar na posição de salto foram 30 segundos? Um minuto? Por que tudo o que foi intuído e aceito como possível mudaria tão rápido?
Por que ter medo de saltar se é possível?
Todo sujeito que já se deparou com essa situação, por analogia ou não, sabe doque estou falando. Saltar ou não. Fazer ou não. Escolher esse ou aquele. Passamos por isso todo o tempo com doses maiores ou menores de emoção.
E à medida que vamos saltando das pedras, vamos ficando mais confiantes e melhores.
Confiando na nossa, pessoal e intransferível, coragem de viver
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