Depois de muitos anos buscando cura para os nossos transtornos mentais; muitos tratamentos, internações, medicamentos e terapias inacabáveis, desistimos de tentar remar contra a maré e aderimos.
Já que não dá pra convencê-los que, mesmo que aos poucos, estamos melhorando e querendo mais, resolvemos nos alinhar e - não somos tão bons em criar personagens? - voltar pro mundo na miúda.
Dois olhos, duas pernas, falta de grana, muita conta pra pagar, uma certa desesperança com o futuro, quem é que poderia notar alguma diferença com tanta semelhança.
E saímos por aí.
Cada um no seu caminho foi descobrindo sozinho que, tudo igual, éramos olhados como ETs, bonapartes ou jesuscristos, sei lá!
Logo a gente, josés e joãos, marias e benes, tão simplezinhos e comuns?
Pois é, foi um choque, e de choque em choque chagamos a conclusão que a saída era convencer as pessoas que não precisávamos ser diferentes do que somos pra sermos iguais ao que os outros são.
Compreende?
E como, no momento, o tratamento da moda envolvia oficinas de arte, e arte é bem legal, vamos deixar rolar, pq qq coisa é tudo louco mesmo.
E não é que começou a acontecer um monte de coisa legal, no papel, no banco do jardim, computador, até moda e cinema!
Mesmo sabendo que o aplauso pode ser motivação e não reconhecimento, é bom. É mesmo muito bom.
Mas alguém vive de aplauso?
Dá pra transformar essa produção artística e cultural numa forma de renda que, pelo menos, ajude na sobrevivência desses teimosos bonapartes e benes?
Bem vindo ao Caps IV.
Essa é a idéia.
Ampliar a atuação das oficinas, no sentido de dar continuidade a sua produção, desviando da lata do lixo. Tendo certeza que, sem o olhar do preconceito, sempre haverá uma surpresa agradável, seja uma roupa, um filme, uma dança, uma peça, um livro, enfim... seja lá o que for. E por isso passa a ter outro valor. Sustentabilidade e possibilitade de se reconectar com a sociedade dividindo um espaço onde as pessoas, naturalmente, se permitem mais.
O mundo da arte e da criatividade
Participe e surpreenda-se.
Já que não dá pra convencê-los que, mesmo que aos poucos, estamos melhorando e querendo mais, resolvemos nos alinhar e - não somos tão bons em criar personagens? - voltar pro mundo na miúda.
Dois olhos, duas pernas, falta de grana, muita conta pra pagar, uma certa desesperança com o futuro, quem é que poderia notar alguma diferença com tanta semelhança.
E saímos por aí.
Cada um no seu caminho foi descobrindo sozinho que, tudo igual, éramos olhados como ETs, bonapartes ou jesuscristos, sei lá!
Logo a gente, josés e joãos, marias e benes, tão simplezinhos e comuns?
Pois é, foi um choque, e de choque em choque chagamos a conclusão que a saída era convencer as pessoas que não precisávamos ser diferentes do que somos pra sermos iguais ao que os outros são.
Compreende?
E como, no momento, o tratamento da moda envolvia oficinas de arte, e arte é bem legal, vamos deixar rolar, pq qq coisa é tudo louco mesmo.
E não é que começou a acontecer um monte de coisa legal, no papel, no banco do jardim, computador, até moda e cinema!
Mesmo sabendo que o aplauso pode ser motivação e não reconhecimento, é bom. É mesmo muito bom.
Mas alguém vive de aplauso?
Dá pra transformar essa produção artística e cultural numa forma de renda que, pelo menos, ajude na sobrevivência desses teimosos bonapartes e benes?
Bem vindo ao Caps IV.
Essa é a idéia.
Ampliar a atuação das oficinas, no sentido de dar continuidade a sua produção, desviando da lata do lixo. Tendo certeza que, sem o olhar do preconceito, sempre haverá uma surpresa agradável, seja uma roupa, um filme, uma dança, uma peça, um livro, enfim... seja lá o que for. E por isso passa a ter outro valor. Sustentabilidade e possibilitade de se reconectar com a sociedade dividindo um espaço onde as pessoas, naturalmente, se permitem mais.
O mundo da arte e da criatividade
Participe e surpreenda-se.

nota. Em maio de 2008, começou a montagem do projeto Caps IV.ong, uma casa de arte-terapia, cuja existência será bancada pela produção dos oficineiros com renda revertida para os próprios. este é um dos textos de apresentação da casa que hoje se chama Radial 117.
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