As ultimas semanas foram surpreendentes por vários motivos. Mas o primeiro, o principal é que esvaziei a cabeça. e não precisei de purgante, caso algum engraçadinho tenha pensado na possibilidade. Foi parto natural mesmo. nasceu e chama pausa, o rebento. que de tão formoso e calminho, me deixou contemplativo e agradavelmente esvaziado. mas como eu sou eu, claro, isso não ia durar pra sempre. então, venho acelerando o movimento do invisível, turbinas recarregadas, as mesmas dúvidas de antes, mas sem os efeitos colaterais. Espero.
Queria guardar um pouco da doideira. é difícil. E é uma pena. Em outros tempos proporia a criação da categoria dos meio loucos. mas aí ia ter que defender tese, acelerar, frear, chiar e o esforço pra ficar no meio ia dar mais problema que solução.
fora as piadinhas sobre quem fica no meio. ou quem não fica em lugar nenhum.
É um pouco estranho falar em pausa, dentro de um longo tempo de falta de resultados práticos, um dedo torcido, a psique retorcida, lógica esculhambada e etc e tal.
É que fazer nada dá um trabalho incrível.
Como encher balde furado ou escolher o melhor candidato. na hora que parece que foi, voltou. tudo pro começo outra vez, mesmo discurso, discussão e uma montanha de nadas bem montadinha. E esses tres dedos de prosa são isso. um monte de nada pra dizer que não será como antes.
O que mudou, não sei, mas que o tempo passa, pergunta pra Carolina, aquela amiga do Chico que adora uma janela. Só na dela, pela minha conta são uns 40 anos!
E o que será que será, é outra pergunta pro Chico. pq pra eu sustentar tanta ociosidade, empenhei, inclusive, a bola de cristal, pra Kela, a cigana que leu o meu destino e disse que o que eu sonhei ainda é possível.
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